5º CONGRESSO NACIONAL DE REURB · CADASTRE-SE PARA PARTICIPAR →
Instituto Brasileiro de Regularização Fundiária

O que é

Uma análise técnico-jurídica da área que você pretende regularizar, entregue em Word. Ela lê a cadeia dominial, cruza a ocupação com o que se vê do alto, aponta os riscos em ordem de gravidade e diz por onde começar — antes de você gastar tempo e dinheiro num caminho que não fecha no registro.

Para quem

  • Quem vai propor uma Reurb a uma prefeitura e precisa saber se a área é viável
  • Quem recebeu uma demanda de moradores e não sabe por onde entrar
  • Quem quer precificar um projeto sem chutar o tamanho do problema
  • Município que quer instaurar de ofício e precisa medir o esforço antes

Antes de pagar, saiba o que entra: esta análise cruza 23 bases oficiaisFUNAI, ICMBio, ANM, IBGE, SGB, IBAMA e outras. Ver a lista completa, com o que cada uma verifica →

O que a análise consulta, e de onde vem

18 bases públicas oficiais cruzadas com o ponto ou o perímetro da área (11 nacionais e 7 de São Paulo), mais a legislação federal compilada, 29 recortes estaduais e a lei municipal.

Bases territoriais cruzadas com o ponto ou o perímetro 11

Cada linha do laudo sai com a fonte e a hora da consulta. Base fora do ar aparece como "indisponível", nunca como "livre".

O que verificaÓrgãoReferênciaAbrangência
Se a área toca terra indígena, em qualquer fase (estudo, delimitada, declarada, homologada)FUNAIGeoServer oficial, camada tis_poligonais (base viva)Brasil
Se a área está dentro de unidade de conservação federalICMBiolimites das UCs federais via INDE (base viva)Brasil
Se há processo minerário sobre a área: requerimento, pesquisa, concessão de lavraANMSIGMINE (base viva)Brasil
Se a área está dentro de favela ou comunidade urbana mapeada pelo IBGE, e quanto do perímetro cai dentroIBGEmalha de Favelas e Comunidades Urbanas do Censo 2022, cópia local via GeoReDUS/CEM-USP (12.348 polígonos, carga de 04/09/2026)Brasil
Se a área está em setor de risco mapeado: tipo, grau e domicílios expostos⚠️ município sem setorização não significa ausência de risco; o laudo diz isso em vez de afirmar "livre".SGB/CPRMsetorização de risco (17.901 setores, 27 UFs)Brasil, onde houve campanha
Se há embargo ambiental federal sobre a área (termo, área, data, motivo)IBAMAembargos via PAMGIA (base viva)Brasil
Se a área toca território quilombola, com o estágio do processoIBGE / INCRACenso 2022, territórios quilombolasBrasil
Se a área está na mancha urbanizada e com que densidade — indício do caráter urbano exigido pela Lei 13.465IBGEÁreas Urbanizadas 2019, revisão 2026Brasil
Se a área toca bem da União demarcado: terreno de marinha e acrescidos, terreno marginal, praia, manguezal, ilha e espelho d'água federais⚠️ trecho não demarcado não aparece; o laudo explica.SPUcamadas de agosto/2026 via INDEBrasil, só o já demarcado
Se há imóvel rural com CAR ativo sobre a área, e o tamanho declarado⚠️ o CAR é autodeclarado: não comprova propriedade nem regularidade.SICAR / SFBespelho nacional no PAMGIA, uma camada por UFBrasil
Renda média do responsável, domicílios e situação do setor censitário do ponto, comparados com o município⚠️ renda pode vir suprimida pelo IBGE em setor pequeno; a classificação Reurb-S × Reurb-E é do processo, não do dado.IBGE (Censo 2022) via GeoReDUS/CEM-USPsetor pelo WFS do IBGE; variáveis pela API aberta da GeoReDUSBrasil

Bases estaduais (quando a área está em São Paulo) 7

O que verificaÓrgãoReferênciaAbrangência
UCs estaduais de proteção integralSIMA-SP / Fundação FlorestalDataGeoSão Paulo
UCs estaduais de uso sustentável (APAs)SIMA-SP / Fundação FlorestalDataGeoSão Paulo
Áreas de risco de escorregamentoInstituto Geológico SPmapeamento 2014, DataGeoSão Paulo
Áreas de risco de inundaçãoInstituto Geológico SPmapeamento 2014, DataGeoSão Paulo
Áreas de risco de erosãoInstituto Geológico SPmapeamento 2014, DataGeoSão Paulo
Áreas de risco de solapamento de margemInstituto Geológico SPmapeamento 2014, DataGeoSão Paulo
Setores de risco da Defesa Civil estadualCEDEC-SPsetorização 2013, DataGeoSão Paulo

Camada normativa 5

Nenhum artigo entra no documento sem conferência no texto vigente.

O que verificaÓrgãoReferênciaAbrangência
Todo artigo citado é conferido contra o texto vigente, com as alterações da Lei 14.118/2021 e da Lei 14.620/2023Presidência da República (Planalto)Lei 13.465/2017 e Decreto 9.310/2018 compilados; Lei 6.015/1973 (Registros Públicos); Lei 10.257/2001 (Estatuto da Cidade); MP 2.220/2001; Lei 12.651/2012 (Código Florestal); Lei 11.428/2006 (Mata Atlântica); Lei 10.406/2002 (Código Civil); Lei 13.105/2015 (CPC); Lei 9.636/1998 (bens da União); Constituição de 1988Brasil
Regras registrais nacionais da ReurbCNJProvimento 149/2023 (compilado) e Provimento 44/2015Brasil
Normas estaduais de registro de imóveis aplicáveis à Reurb, injetadas conforme a UF do casoCorregedorias estaduais29 recortes normativos (um por UF, MT em duas versões) + Provimento CNJ 144/2023 nas 9 UFs da Amazônia Legalpor UF
A lei municipal de Reurb ou de parcelamento, localizada e lida quando o município publica o texto em endereço oficial⚠️ sem a lei municipal a conclusão sobe para "viabilidade preliminar para aprofundamento".Prefeitura do municípiobusca em fonte oficial; quando não há texto público, o laudo diz "localizada, não lida" e pede o anexomunicípio
Método de análise, régua de fidelidade e vocabulário vedado em conclusãoIBRFManual do Diagnóstico v3.11 (doutrina do instituto, recertificada contra o cofre)Brasil

O que vem do interessado 2

O que verificaÓrgãoReferênciaAbrangência
Matrícula ou transcrição, planta/croqui, print aéreo, contrato, mapa ONR, demonstrativo do CAR e o KML do perímetro — cada um lido e classificado por proveniência (fonte primária, reprodução, declaração do interessado)⚠️ o KML é declaração do interessado, não verificada registralmente.o interessadodocumentos anexados ao caso; memorial descritivo cruzado com o KML quando há UTMo caso
Fotos, notas e pontos de GPS colhidos na área, quando a vistoria de campo é anexadao membro, em campoVistoria de Campo do REURBEIROo caso

Catálogo revisado em 04/09/2026. Cada linha do resultado sai com a fonte e a hora da consulta. Dado público orienta; a conclusão jurídica é do profissional que assume o documento.

Como funciona, do começo ao fim

Você só paga depois de conferir o que a inteligência leu dos seus documentos. Se o que ela extraiu não bater com o seu caso, você corrige — ou desiste, sem pagar nada.

  1. 1Você enviaDocumentos e o contexto do caso. Sem login, direto na página.
  2. 2A IA lêExtração do que está nos documentos, sob a metodologia IBRF.
  3. 3Você confereO que foi extraído aparece na tela. Errou? Corrija antes de seguir.
  4. 4Você pagaSó agora. PIX, boleto ou cartão pelo Asaas.
  5. 5A análise rodaComeça quando o pagamento é confirmado, nunca antes.
  6. 6Chega o documentoArquivo Word no seu e-mail, editável, pronto para uso.

O que enviar

A análise é tão boa quanto o que você manda. Os documentos abaixo estão em ordem de importância — os primeiros mudam o resultado, os últimos refinam.

Sem estes, o resultado fica raso

Matrícula ou transcrição do imóvel

É o documento central. Sem ele não há cadeia dominial para ler, e a análise vira opinião sobre o que se imagina da área. Se a origem for antiga, envie também a transcrição anterior — quanto mais atrás a corrente for, mais firme fica o resultado.

Planta ou croqui da área

Define o perímetro do que está sendo analisado. Pode ser levantamento técnico, croqui de campo ou até desenho à mão com medidas — o que existir.

Print aéreo (Google Earth)

Mostra a ocupação real: quantas casas existem, onde estão as ruas, o que já é consolidado. Vale mais de uma imagem, de anos diferentes, para provar há quanto tempo a ocupação existe. Informe a data de cada imagem.

Estes deixam a análise mais firme

Contrato de compra e venda

Quando a posse veio de negócio particular sem registro, o contrato é o que explica o vínculo entre quem ocupa e quem consta na matrícula.

Print do Mapa ONR

Ajuda a identificar origem rural e a localizar o imóvel na malha registral quando a matrícula não traz amarração clara.

Demonstrativo do CAR

Em área com origem rural, mostra a sobreposição ambiental declarada — reserva legal, APP — que costuma ser o que trava o registro lá na frente.

Treze etapas, sempre na mesma ordem

  1. Leitura documental e cadeia dominial
  2. Diagnóstico espacial
  3. Pesquisa em fontes públicas
  4. Análise jurídica estruturada
  5. Classificação estratégica dos riscos
  6. Teses jurídicas de sustentação
  7. Leitura institucional
  8. Teste de robustez
  9. Estratégia de entrada
  10. Cenários possíveis
  11. Estratégia de formalização
  12. Freio anti-alucinação jurídica
  13. Justificativa institucional

E os cuidados por trás da análise: a esteira só afirma o que sustenta em norma vigente e declara a procedência do que diz; qualquer mudança na metodologia passa antes por teste contra casos-gabarito reais; e nada segue adiante sem você conferir a leitura dos documentos, antes de pagar qualquer valor.

O que você recebe

  • DOIS arquivos em Word, editáveis: o documento técnico completo e o Resumo para o Cliente, em linguagem simples, pronto para apresentar a quem contratou você
  • Leitura da cadeia dominial e do que ela sustenta
  • Riscos classificados por gravidade, cada um com o seu semáforo visual
  • Teses de sustentação e o teste de robustez contra elas
  • Estratégia de entrada, cenários possíveis e caminho de formalização
  • Aviso legal com o profissional responsável identificado: o documento sai pronto para ser assinado por você

A palavra final é sempre do profissional que assina. O documento é instrumento de trabalho, não substitui o seu juízo técnico.

Dois caminhos para começar agoraAvulso: comece já, sem cadastro — você envia os documentos, confere a leitura e paga R$ 500 por Pix ou cartão só no final. Membro: a partir de R$ 70/mês, a primeira análise é gratuita e as próximas custam metade (R$ 250).